Introdução aos Drawbars: Parte 4

O segredo para mudar facilmente as combinações de drawbars está no fato de pensarmos neles em termos de formas, e não números.

Apesar do fato de encontrarmos uma marcação numérica de 1-8 em cada drawbar, a maioria dos organistas prefere memorizar e configurar as combinações de drawbars de acordo com vários padrões de forma. Os mais comuns são: “pistol”, “meia-lua”, “triângulo” e “triângulo invertido”. Ao definir os drawbars de acordo com essas formas, o músico ouve automaticamente flautas, cordas, uma combinação destes, e outros efeitos.

Cabe ao artista determinar qual configuração é adequada para uma música específica. Busque combinações (ou formas) que remetem para o seu estilo e preferência. Explore várias combinações e anote aquelas que soam agradáveis para seus ouvidos. Tenha em mente que você possui cerca de 253 milhões de possibilidades! Se você possui um Clonewell com presets de memória, certifique-se de armazenar seus timbres favoritos para usar mais tarde e/ou alterá-los em tempo real durante a execução.

Para conseguir um som suave, parecido com o órgão presente na música “Fix You” do Coldplay, puxe totalmente os primeiros três drawbars (16′, 5 1/3′, 8′).

Se você quiser um órgão mais rock’n’roll, para músicas mais agressivas utilize a configuração anterior como base, e puxe também a maioria dos outros drawbars para 3 ou 4 (cerca de metade).

Cerca de 70 anos após a sua introdução, os drawbars ainda desempenham um papel importante na produção musical contemporânea, presente em inúmeras gravações e performances. Divirta-se com eles e desfrute dos resultados!

Utilize os comentários deste post para compartilhar as definições legais de órgãos que você já usou ou já ouviu em alguma música.

 

Jobert Gaigher


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